O Mundo de Valmolo!

Local de encontro de uma galera interessada em discutir sobre boa música, trocar opiniões polêmicas, dar grandes risadas e também querendo saber da minha vida tão interessante!



Terça-feira, Novembro 18, 2008

Making Of Tryon "Manifesto"

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 10:49 AM



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Sexta-feira, Outubro 24, 2008

No Estúdio A da produtora!



Já participou oficialmente de dois trabalhos! Estamos tirando um timbre bem legal com apenas 2 mics!

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 10:52 AM



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Sexta-feira, Outubro 17, 2008

500 pessoas, again! - parte 2

E em mais uma conversa com o Alex, descobri mais conexões bizarras:

- Começa que a Epitaph tocou na mesma noite que a Absence Of no Stones Bar tempo atrás, em show que fiz a passagem de som da bateria para os caras! Ou seja, certamente nos topamos por lá. O papo começou porque falei do Luciano, agora vocalista da Ahnk, que também se apresentou naquela noite.

- O Alex lembra da Burnin' Boat, e acha que estava no nosso show no Garagem Hermética, pelo vídeo que mostrei. Nossas bandas tiveram seus auges mais ou menos na mesma época, algo entre 2000 e 2004.

E assim a coisa vai...

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 2:31 PM



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Quinta-feira, Outubro 09, 2008

500 pessoas, again!

Pois então, em um almoço com os colegas de trabalho da Lado B, notamos mais uma vez este absurdo fenômeno do "mundo com 500 pessoas". Conversando com o Thiago e o Paulo, mais o nosso novo colega, Alex, descobrimos que:

- O Alex é baixista da Epitaph, banda que tocou em excelente show que assisti anos atrás no Teatro de Elis, acompanhado do Guilherme e do Luciano. Naquele noite tocaram ainda The Wyse, Fighter Lord e Spartacus.

- Então o Paulo se ligou que o primo dele se dava com o pessoal da The Wyse, e o Alex conhecia o cara.

- Daí o Paulo começou a comentar de shows que tinha feito quando ainda tocava metal, até que mencionou um em São Leopoldo que o Thiago diz ter assistido. E por aí vai.


500 pessoas, sem a menor dúvida.

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 7:31 PM



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Quarta-feira, Setembro 17, 2008

R.I.P. Rick



O rock progressivo está um pouco mais orfão.

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 10:04 AM



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Sexta-feira, Setembro 12, 2008

Recapitulando...

Só pra organizar, o que anda rolando, nos mais variados projetos:

Worldengine: Ainda aguardando arquivos para poder prosseguir coma finalização do EP. Claro que ainda é preciso considerar minha decisão de mixar no Pro Tools, algo que ainda não disponho em casa. No mais, muito trabalho com o Soumya em cima do conceito do Blind Man. Material que antes viamos como um EP já tá ficando mais com cara de album. A última música que iniciamos se chama "The Bestest Boy in the Universe" e basicamente é como se integrantes do Jesu e Opeth formassem uma banda e tentassem compôr "Strip the Soul" do Porcupine Tree. Eu prossigo contatos com músicos conceituados, e já consegui chamar atenção de um que outro novo colaborador. Veremos no que dá!

Absence Of: "Blank" está bem perto da finalização, mas está difícil acertar detalhinhos finais. Então tudo indica que vamos resolver a música do jeito mais prático, com o Vinícius fazendo uma visita para apararmos as arestas restantes.

Burnin' Boat: O Guilherme vêm gravando bastante com seu novo POD e venho recebendo muito material dele, mas infelizmente tem sido difícil achar tempo pra me dedicar a isso. Ainda assim, criei uma sessão aqui no trabalho pra "Ace's High" e estou na manha trabalhando uma batera legal nela. Depois podemos seguir para o baixo, provavelmente numa sessãozinha lá em casa (ou não). Vamos ver se isso dá uma certa "ignição" no trabalho! Tem ainda uma outra viagem, que é uma composição minha que enviei pro Guilherme pra ele refazer as guitarras com pegada mais GD. Ficou bem massa e agora o Liam Gaughan (que tocou baixo no cover de OSI da Worldengine) vai gravar baixo nela.

Les KS: A gente fez uma reunião pra estabelecer metas e tudo indica que trabalharemos em parceria com o produtor vocal Nigéria (Hardneja Sertacore). Estou dando uma acelerada nas bases, mesmo bem simples, para o les poder finalizar as letras e refinar as linhas vocais antes de ir pro estúdio gravar. Agilizei ainda uma parceria com o amigo argentino Gera para um dos sons.

Outros: Tenho ainda no ar uma parceria com o guitarrista Lucas Benetti, que vai gravar guitarras para uma composição que eu já havia arriscado usar no The Mike Portnoy Forum Project. Ele vai refazer com uma pegada mais Meshuggah. Tem mais uma demo de prog-metal possivelmente a ser produzida em moldes similares ao trabalho com a Absence. Tem meu projeto de banda de metal cujas músicas eu produziria e escolheria músicos para formar o grupo e tocá-las. Na real já tenho quase todos os nomes na manga e até um provável "single".

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 10:23 AM



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Quarta-feira, Agosto 27, 2008

Quando é a hora certa de parar? - Parte 2

Tirem suas conclusões:

Revolver: Vocês estão chocados por ainda serem a maior banda de Metal do planeta?

Kirk: "Eu estou bem chocado, sim. Eu penso muito sobre isso. Eu penso, 'haverá alguma outra banda como nós para seguir nossos passos?'. Mas então eu penso sobre isso e eu penso de novo, 'Houve alguma banda que seguiu os passos dos Rolling Stones? Houve alguma banda que seguiu os passos do Led Zeppelin?'. Então, talvez eu só tenho imaginado o impossível. Mas ainda precisa existir uma nova banda moderna que tenha o impacto, e ela ainda não apareceu. Ou talvez ela esteja por aí e eu ainda não a ouvi".

Revolver: Parece que existem bandas que parecem ter potencial - sabe, Pantera, Lamb of God...

Kirk: "... Slipknot, Korn, sim. Mas não aconteceu, por algum motivo. Meu cunhado chegou em mim meio que, 'existem bandas com membros com uns 20 anos e que os deixa intimidados?'. E eu pensei sobre isso por um bom tempo e cheguei à conclusão que não. Eu queria que tivesse, sabe. Eu queria que tivesse pois nos desafiaria e nos motivaria a entrar no campo dela, seja lá qual for o campo. Mas ainda não aconteceu".

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 2:49 PM



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Terça-feira, Agosto 26, 2008

Quando é a hora certa de parar?

Fazendo uma parada para refletir um pouco sobre o trabalho de uma banda, para quebrar a rotina.

Um par de músicas do novo trabalho do Metallica (Death Magnetic), já está rolando por aí, em streaming, mp3, etc. Apesar de duas faixas não serem base para se analisar um album inteiro, algumas características em comum de ambas permitem algumas constatações. Bem, de cara se vê que a banda passa por um período de alta esquizofrenia, buscando resgatar elementos de seu passado, com uma leitura atualizada. A faixa "The Day That Never Comes" soa como uma estranha colcha de retalhos, formada por riffs esparsos que remetem a diversos momentos de sua discografia. Não se ouve nem um riff particularmente incrível, apenas a tradicional pegada de James Hetfield, solos aleatórios de Kirk com wah, a bateria beirando a tosqueira do Lars e como uma pequena novidade um baixo proeminente do Trujillo, que na seção inicial da música lembra muito algo que o Megadeth faria.

A outra música, "My Apocalypse", arrisca um pé no speed metal, mas a impressão é que faltou gasolina e sobrou presunção. É aqui onde eu constato que falta um pouco de auto-crítica, uma capacidade de se perceber que não há porque tentar adentrar de novo um estilo cujas bandas que os sucederam estão dominando muito melhor. Se o Lars tivesse deixado o batera do Trivium ou do Opeth tocar nestas músicas, certamente teriamos um som muito mais instigante, ao invés de apenas ouvirmos um tenista velho e cansado correndo atrás dos riffs de guitarra. Eu até sentiria pena do cara, se não soubesse que ele é tão cabeça dura.

Mas como se diz para o "dono" da banda que ele não serve mais para ela? Provavelmente foi idéia dele rever esta pegada antiga, mas o cara esqueceu de checar antes se ia segurar o tranco.

Eu nunca nutri esperanças de ouvir em Death Magnetic um groundbreaking album, até porque não sou nenhum fanático pelo Metallica, mas acho meio desonesto até criar tanta hype depois de anos sem gravar, enquanto bandas mais jovens evoluem de maneira impressionante, levando o conceito original dos caras a lugares muito mais produtivos. Imagino que se o Cliff Burton estivesse vivo, provavelmente pediria demissão do Metallica pra pedir uma vaga no Opeth.

Metallica, destinados a tornarem-se os Rolling Stones do metal?

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 10:43 AM



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Sexta-feira, Agosto 15, 2008

Trabalhinho meu!

Eclipse do Yahoo Brasil

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 4:33 PM



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Segunda-feira, Agosto 11, 2008

Espanando a poeira...

Só dando uma atualizada rápida!

O trabalho anda super pegado, então está sobrando pouco espaço para projetos mais pessoais. Ainda assim, sempre se acha um cantinho para alguma coisa. Eu sigo trabalhando com o Soumya naquele EP, e hoje pela manhã ele me enviou mais uma idéia musical, "Blind Man's Eye", que ao meu ouvido já soa quase finalizada. São mais é alguns detalhes de produção mesmo. A Cris gravou a voz dela em "Man on a Boat" e eu adicionei uns strings básicos em "In Higher Places, In a Cold Gunfight, In a Death Trance".

"Blank" da Absence Of está perto de ser finalizada. O trabalho tinha dado uma parada para que eu fizesse radio edits de duas faixas deles.

Este fim de semana gravei guias de vocal com o Les pro album dele. Preciso agilizar alguns refrões e provavelmente sábado que vem a gente se encontre de novo.

Tem ainda a possibilidade de eu iniciar a produção de mais uma demo, em um trabalho bem nos moldes do que estou fazendo com a Absence.

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 5:15 PM



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Terça-feira, Julho 22, 2008

Novas adições à família!

Bem, seguindo uma certa lógica, desde meu último post, acabou concretizando-se a efetivação do amigo indiano Soumya Sen no núcleo criativo da Worldengine. Sendo assim, toda a série de projetos que vinhamos desenvolvendo automaticamente torna-se interligada ao trabalho da banda. O EP que vinhamos compondo, as muitas histórias e até uma graphic novel que estamos começando a escrever (a ser ilustrada pelo meu sogro, Mauro Camboim).

A outra adição é na coleção de instrumentos. Eu e a Cris (por antigo interesse meu e recente dela) resolvemos nos presentear com um belíssimo baixo Strinberg 4 cordas. Já venho usando ele em gravações e ela vem treinando para aprender a dominar o bicho!

No mais, tenho curtido a detalhada e saudosa biografia da Burnin' Boat que o Guilherme vem postando em seu blog, Erga-Omnes.

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 10:53 AM



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Terça-feira, Junho 24, 2008

Brazil/India connection

Como já previamente mencionado, venho trabalhando em uma série de pequenos arroubos criativos com meu camarada indiano Soumya Sen. A nossa empreitada mais intensa atualmente tem sido a organização e composição de um EP de 4 músicas, para um projeto que só daremos nome quando as 4 faixas estiverem concluídas. Isso coincide com um conceito de "desmanche de gêneros" que a música que estamos criando possui. Elementos de noise, lo-fi, progressivo, pós-rock, eletrônica, metal e outros, tudo com uma costura conceitual fortíssima, incluindo textos que se interligam com as músicas.

As 4 faixas são: "Man on a Boat" (introdução com guitarra e voz criadas por mim, letra do Soumya), "Alone, With Friends" (instrumental com guitarras do Soumya e o resto dos instrumentos feitos por mim), "Blind Man Dreaming" (letra que o Soumya está escrevendo e música e voz eu farei assim que ele enviar) e "In Higher Grounds, In a Cold Gunfight, In a Death Trance" (outra instrumental com guitarras do Soumya e restante dos instrumentos meus).

Deveremos contar com alguns convidados, especialmente no quesito vocal.

Uma das curiosidades do projeto é que todos os envolvidos devem usar pseudônimos.

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 11:10 AM



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Terça-feira, Junho 17, 2008

Wassup!

Acho que é uma boa hora para dar uma atualizada aqui. A atividade musical vem rolando bem tranqüila e contínua, deixa eu tentar resumir projeto por projeto:

Worldengine: Tenho gravado regularmente reforços finais para as sessões do EP. Neste último fim de semana consegui obter um som de guitarras que sempre desejara em "The Absolute Truth", muito graças à audições do Watershed do Opeth. Os vocais dessa música seguem sendo os únicos ainda um pouco nebulosos. O Sel Balamir do Amplifier me mandou a guia vocal dele para "Echolalia" e basicamente não me sobou um mísero butiá no bolso. O cara foi bem mais longe do que eu esperava, criando aquilo que eu realmente chamo de "progressivo". Química criativa violenta. Em uma boa definição da Cris, a faixa começa a sair do âmbito da música simples pra adentrar o campo da peça de arte. Tenho tentado ainda agilizar algumas outras parcerias criativas, não necessariamente para o EP.

Absence Of: Depois de finalmente conseguirmos mixar "Who", o desafio agora é a primeira das três músicas da nova leva, "Blank". Já temos todos os instrumentos e a mixagem já começou. Temos ultimamente recorrido a reuniões pessoais de mixagem ao invés de eu ficar mandando pre-mixes um atrás do outro. É rápido e eficiente para ambas as partes.

Projetos com Soumya Sen: Devo estar trabalhando em algumas dezenas de projetos com este criativíssimo indiano. Música, escrita, quadrinhos, e a gente ainda acha maneira de conectar tudo conceitualmente.

Burnin' Boat: Com a aquisição de um POD pelo Guilherme, ele têm gravado guitar tracks em casa e me mandado para trabalhar em cima.

E ainda assim eu volta e meio penso em algum projeto novo para iniciar!

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 11:04 AM



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Segunda-feira, Maio 19, 2008

Profissionalismo

Uma reflexão sobre um par de shows assistidos neste última semana, em estilos diametralmente opostos, mas com uma característica em comum: a qualidade performance dos grupos.

Na quarta-feira, fui com a Cris depois do trabalho ver Delicatessen no Teatro São Pedro. Eu tinha muita curiosidade em assistir o show deles, e tinha referências fortes de todos os integrantes do grupo. O Mano Gomes, na bateria, já foi meu professor. É um monstro do jazz/funk com uma pegada sensacional. O Nico Bueno no baixo eu conhecia por geralmente estar acompanhando o Mano. Destrói no fretless. O Carlos Badia no violão eu conheci quando visitei sua produtora buscando uma vaga. O New no piano já trabalhou aqui na Lado B e volta e meia precisamos chamá-lo para algum arranjo complexo. E a Ana Kruger no vocal eu conhecia de trabalhos aqui da produtora também e ela é um espanto.

O som deles mescla jazz e bossa nova nos arranjos, e durante as músicas quase sempre rola um espaço solo para um dos integrantes. Em uma música um solo de violão, em outra um de baixo e assim vai. Algumas músicas o new sai, um par de canções são só violão e voz, uma dinãmica muito legal e um clima muito próximo do que eu gostaria de fazer com a Worldengine, num formato "unplugged".

Na sexta-feira fui conferir a Absence Of no Manara e eles deram um ótimo show, como sempre. Mas já conhecendo as músicas praticamente tão bem quanto eles, reservei minha curiosidade para o show da Akashic, do Marcos De Ros. Antes do show deles fui ao camarim (tinha backstage pass de roadia da Absence) cumprimentar pessoalmente o cara e agradecer o solo que me gravou. Gente finíssima o cara.

Aproveitei a entrada livre pra assistir o show lá de cima mesmo, com ótima visão, exceto pelo próprio Marcos, que ficava meio escondido atrás de uma caixa do PA. Da introdução climática dos caras, já dava pra ver que o nível era outro. É verdade que as músicas são um prog-metal um tanto cliché, os tecladista usa timbres horrorosos (nada pode ser pior que um solo de cravo em alta velocidade), mas a execução das músicas, complexas como o estilo pede, era claríssima. Se ouvia cada instrumento e o vocal aparecia muito claramente (o Russell Allen gaúcho). Foi um deja vu do fenômeno "Khallice no Guanabara", onde os brasilienses tocaram em equipamento medíocre e tiraram uma sonzeira. isso é profissionalismo na execução e no manejamento e qualidade do próprio equipamento da banda, com certeza.

Mas acho que acima de tudo, é o fato de ambas as bandas serem compostas por profissionais da música, que têm isso como prioridade. É o tipo de atitude que eu venho buscando e vem se tornando cada vez mais próxima pra mim.

É muito difícil pensar na idéia de fazer show hoje com a banda soando capenga e mal ensaiada.

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 10:49 AM



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Segunda-feira, Maio 05, 2008

Feedback

Tenho recebido ótimos comentários sobre nosso cover. Recebi ainda do Vinícius o desafio de fazer cover de algo não tão próximo do nosso som. Acontecerá, meu amigo, cedo ou tarde!

Falando em Vinícius, eu ia trabalhar no mix final de "Who" este fim de semana, mas o computer precisou ser interditado pela Cris para trabalhos de faculdade/curso.

Quero entregar este mix antes de pôr as mãos na nova leva de sons da Absence Of.

Enquanto isso, curtindo as últimas guloseimas sonoras lançadas (ou não ainda) por The Pineapple Thief, Glenn Hughes e NIN (este último, "de grátis"!).

postado por: VALMOR JOSÉ PEDRETTI JÚNIOR 9:44 AM



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